domingo, 3 de março de 2019

Underwater Love #4 - Tiger Shark on Pinnacles Reef��



Underwater Love #4 - Tiger Shark on Pinnacles Reef👌

Mozambique, Ponta do Ouro,

Pinnacles: This is a deep dive, starting at  32 – 37 m and only recommended for experienced divers. To dive here is very weather dependent as it is a 20 – 30 minute boat ride out into the open ocean.

Pickhandle Barracuda, King Mackerel, Ignobilis Kingfish, and Wahoo congregate on the reef attracting the different shark species, such as the Bull Shark, the Scalloped Hammerhead Shark, Dusky and occasionally Tiger Shark. Although this kind of activity is normal for Pinnacles, it can be very unpredictable and very quiet some days.

There are no pinnacles as such but there are two ledges with an old anchor and chain draped along the inshore one. There are big boulders between both ledges and you can see the odd Honeycomb Moray Eel, schooling Bannerfish, Potato Bass, Goldies.


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Underwater Love #3 - Diamond Butterfly Ray on Doddles Reef👌


Mozambique, Ponta do Ouro, Every Dive Is A Memory. Doodles is a small reef and consists of several rock formations which are scattered around. The spot offers an amazing scuba diving experience. Diving depths here range between 14-16 m

Underwater Love #2- Friendly Dolphins on Doddles Reef

Mozambique, Ponta do Ouro, Every Dive Is A Memory. Doodles is a small reef and consists of several rock formations which are scattered around. The spot offers an amazing scuba diving experience. Diving depths here range between 14-16 m




sexta-feira, 12 de maio de 2017

Every Dive Is a New Story - Doodles, Ponta do Ouro, Mozambique





 Doodles,
Referred to as Ponta's 'Home reef ' only a 10 minute boat ride from the shore, the reef is mainly soft Coral on a scattering of sandstone rocks. Probably one of the busiest reefs in the Ponta area often the reef cannot be seen for the amount of fish in the way! Honeycomb Rays nestle in the sand with Ribbontails and Blue Spotted Rays as companions, Sharks are seen around here Zambezi and Bull Sharks being the most spotted, joining them in the feast are Mackerel, Kingfish, Tuna and Queen fish all enjoying a piece of the action, sometimes you just have to sit on the sand and watch the action above you.


quarta-feira, 15 de março de 2017

The last Mission : Corveta Pereira D’Eça




Depois de 40 anos ao serviço da Marinha Portuguesa, o NRP «General Pereira D’Eça” seguiu a sua derradeira missão: servir o país permanecendo no fundo do Oceano, na Região Autónoma da Madeira, contribuindo para o turismo subaquático, como recife artificial.
O NRP General Pereira d'Eça (número de amura F477) é uma corveta da classe João Coutinho. O navio foi baptizado em homenagem a António Pereira de Eça.

Esta classe foi projectada pelo engenheiro português Rogério d'Oliveira como um tipo de navio especialmente adaptado à atuação nas águas dos territórios ultramarinos portugueses, garantindo aí uma presença naval em defesa da soberania de Portugal. Para poderem ser construídos em alguma quantidade de modo a estarem presentes em todos estes territórios, era necessário que os navios fossem económicos e fáceis de manter. Estes navios seriam a versão moderna das canhoneiras do século XIX e dos avisos coloniais de 2ª classe da década de 1930. A Marinha Portuguesa classificou os navios da nova classe como corvetas, apesar da sua dimensão já os inserir na categoria das fragatas ligeiras e de terem recebido o prefixo F no seu número de amura.
Pela urgência da Marinha Portuguesa em ter os navios ao serviço, em virtude da Guerra do Ultramar, recorreu-se a estaleiros alemães e espanhóis para a construção da classe, sendo os navios lançados à água em 1970 e 1971.
De 1970 até 1975, os navios foram utilizados na função principal para a qual tinham sido projectados, atuando em missões de soberania e apoio de fogo nas águas de Angola, Guiné Portuguesa, Moçambique e Cabo Verde. Com a independência dos territórios ultramarinos, as corvetas passaram a ser utilizadas sobretudo em missões de vigilância, fiscalização, busca e salvamento nas águas de Portugal.

Tipo: Corveta / Fragata ligeira

Deslocamento: 1 438 t
Comprimento: 85 m
Boca: 12,5 m
Propulsão: 2 motores diesel OEW Pielstick com 10 000 cv e 2 eixos
Velocidade: 23 nós
Autonomia: 10 600 km a 18 nós
Sensores: Radar de navegação Kelvin Hugues
Controlo de tiro: Western Electric SPG-34
Armamento: 1 x 2 peças Mk33 de 76 mm
2 peças AA Bofors de 40 mm
Aeronaves Pista de pouso para helicópteros ligeiros
Tripulação/Equipagem: 100

sábado, 18 de junho de 2016

Xefina - Catch & Release - Maputo - Mozambique

A ILHA Xefina, localizada no nordeste da cidade de Maputo e a cerca de cinco quilómetros da praia da Costa do Sol, está sob forte ameaça de ser engolida pelas águas do mar. Segundo relatos da população local, o mar já penetrou cerca de sete quilómetros do lado norte, onde estava instalado um sistema de defesa militar, destruindo as infra-estruturas (paióis) e as rampas dos canhões. Além daquelas infraestruturas militares, a erosão marítima fez desaparecer parte do aeródromo que ali existia.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Inhaca - By Myself - Mozambique 2016


Inhaca é uma ilha situada à entrada da baía de Maputo, no sul de Moçambique, com as coordenadas geográficas de 26ºS de latitude e 33ºE de longitude. Tem uma área de 42 km² e dimensões norte-sul de 12,5 km e este-oeste de 7 km.

sábado, 2 de abril de 2016

Gu Dhagata ...Hefemula....Respirar.......Breathe.....

As línguas de Moçambique ,são todas de origem bantu, com exceção do português, que é a língua oficial, desde que o país se tornou independente, em 25 de junho de 1975[. O Ethnologue lista para Moçambique 43 línguas, compiladas abaixo, das quais 41 são línguas bantu, chamadas “línguas nacionais” na Constituição, e as restantes são o português e a língua de sinais.] De acordo com o censo de 2007 50,4% dos moçambicanos falam português (contexto urbano: 80,8%; contexto rural: 36,3%); 12,8% falam maioritariamente o português em casa e 10,7% da população total do país considera o português a sua língua materna, sendo que esta percentagem em Maputo chega a 25%.
De acordo com o censo populacional de 1997, as línguas mais faladas em Moçambique, como primeira língua (Língua materna) são a emakhuwa, com 26,3%, seguida da changana (11,4%) e da elomwe (7,9%).
Moçambique é um “Palop” (pertencente aos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e é membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Duas das suas cidades, Maputo, a capital, e a Ilha de Moçambique são igualmente membros da União das Cidades Capitais Luso-Afro-Américo-Asiáticas, também conhecida como “União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa.

terça-feira, 29 de março de 2016

Mergulhos nas águas tépidas do Índico

Os mergulhos nas águas tépidas do Índico são, é verdade, o principal móbil de quem se dá ao trabalho de fazer centenas – ou milhares – de quilómetros para chegar ao Tofo, mas para os mais desassossegados há um punhado razoável das tais actividades: observação de golfinhos ao largo, mergulho, snorkelling, caminhadas a pé ou passeios de cavalo pela praia ou por sombreados caminhos entre coqueiros e cajueiros, atravessando aldeias arrumadinhas, com pequenas machambas, terreiros limpos e gente afável.
Para sul, contornada a breve curva da baía e dobrado um tímido promontório, surge um extenso areal ataviado com dunas altas. Lá ao fundo, está o Tofinho, uma enseada que em certos dias se enche de ondas ao gosto dos surfistas.
Para o lado oposto, para norte, a caminhada há de ter seu início o mais cedo que se puder. Ao amanhecer, de preferência. Até se chegar ao primeiro cabo, que parece um braço de dunas a meter-se no mar, é preciso bem uma hora, e depois ainda quase outro tanto para se avistar o largo areal da Barra.
Pelo caminho, a batida trilogia do sol, mar e areia pode ser quebrada por surpresas: uns saguins que espreitam lá do dorso das dunas, rapazitos que desembarcam não se sabe de onde (das aldeias submersas nos palmares ocultos pelas dunas) para vender pulseiras e colares feitos com conchas e búzios, inventados com engenho depois da escola, ou bolinhos de sura, uma especialidade local feita com seiva de palmeira fermentada. Ou podemos dar com uma comitiva popular ocupada em trâmites religiosos, a consumar, de pés imersos na espuma das ondas, um ritual, talvez um baptizado, ou coisa equivalente, talvez uma iniciação.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Sharkwater

Sharkwater é um filme documentário de 2006 canadense escrito e dirigido por Rob Stewart. Ajudar a proteger os tubarões, mudando a política do governo, e inspirando a criação de grupos de conservação do tubarão, Sharkwater é considerada uma das histórias de sucesso da conservação, resultando em shark finning está sendo proibido em todo o mundo No filme, Stewart filmaram atitudes atuais sobre os tubarões, e como tubarão-caça indústrias estão levando-os à extinção.
Sharkwater explora as mais densas populações de caça tubarão no mundo, expondo a exploração e corrupção da indústria do tubarão-caça nas reservas marinhas da Ilha de Cocos, Costa Rica e as Ilhas Galápagos, no Equador.
Stewart viaja com Paul Watson e seu navio Sea Shepherd Conservation Society como eles enfrentam caçadores de tubarões na Guatemala e Costa Rica. 
Entre as experiências do grupo,  confrontos de barco com caçadores furtivos e  polícia, sistemas judiciais corruptos, e, eventualmente, acusações de assassinato. Além disso, afirma Stewart como a crescente demanda por sopa de barbatana de tubarão na Ásia está alimentando um comércio ilegal de tubarões.
Stewart descobre que os tubarões passaram de predador a presa, e como, apesar de sobreviver a história de extinções em massa da Terra, bem como sendo um predador que impede que o consumo excessivo de plâncton por outros peixes, moderando as alterações climáticas, tubarões poderiam ser extintos dentro de poucos anos .

terça-feira, 10 de novembro de 2015



Domigo especial a Testar uma bela máquina Hobie Cat 18.
Brevemente as imagens do teste completo ;)




sábado, 11 de julho de 2015

Ponta do Ouro - Mozambique 2015

Ponta do Ouro, in reference to an existing cape at the southern part of the beach) is a town in the extreme south of Mozambique, lying on the Mozambique Channel south of Maputo and just north of the border with South Africa. It is known for its beach, for its dolphins and for its offshore diving and deep-sea fishing. From other points in Mozambique, Ponta do Ouro can only be reached by a 4x4 vehicle as there are no tarred roads.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Um Amigo Curioso - Tubarão de Pontas Brancas

Agressivo e imprevisível, o Tubarão de Pontas Brancas é considerado um dos predadores mais perigosos dos oceanos. Pode ser facilmente reconhecido pela sua ampla e redonda barbatana dorsal  e, pelas barbatanas peitorais longas - as quais tem pontas brancas, dando a esta espécie o seu nome comum. Os Tubarões de Pontas Brancas são abundantes no oceano aberto, geralmente longe de terra.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

TOFO - Mozambique 2015

Tofo is a small town in southeastern Mozambique. The town lies on the Indian Ocean coast, on Ponto do Barra peninsula in Inhambane Province, Jangamo District, 22 km drive from Inhambane city.
A major Mozambican tourist destination, Tofo is home to beach villas and diving retreats, with tourists drawn by a long Indian Ocean beach front and nearby reefs which attract sealife. Along with Manta Rays and Sea Turtles, Tofo is one of the best destinations for divers to see Whale Sharks.

Dive sites:
CHAIMBER OF SECRETS
MANTA REEF
GIANT CASTLE

Thanks to:
http://www.mozplunge.com
http://www.bitongadivers.org
http://www.tofoscuba.com

terça-feira, 25 de março de 2014

Angola : Finalmente algumas capturas


Muita exploração, muitas horas de carro, muitos mergulhos em condições difíceis.
Com tanta persistência, finalmente tivemos sucesso, água estava razoável, havia algum movimento de peixe. 
Espero que a nossa sorte continue, aguardo pelas capturas dos grandes de África...



terça-feira, 11 de fevereiro de 2014